últimos pedidos

  •  
    Philipp, Austria
  •  
    Mario, Switzerland
  •  
    Alonso, Chile
  •  
    František, Czech Republic
  •  
    Tim, Germany
  •  
    Heiderose, Germany
  •  
    Lasse, Germany
  •  
    Anker , Denmark
  •  
    Maria, Spain
  •  
    ESTHER, Spain
  •  
    Marian , Spain
  •  
    Paolo Maria, Italy
  •  
    Salvatore, Italy
  •  
    Francesco, Italy
  •  
    Vito, Luxemburg
  •  
    Viktors, Latvia
  •  
    Vanessa Fiorella, Latvia
  •  
    Satish, Netherlands
  •  
    Erik, Netherlands
  •  
    Volodymyr, Peru
  •  
    Rosa, Portugal
  •  
    Rute, Portugal
  •  
    Pedro , Portugal
  •  
    Fredrik, Sweden
  •  
    Martin, Sweden
  •  
    Khan, Sweden
  •  
    Tibor, Slovakia
  •  
    Emine, Turkey
  •  
    Андрій, Ukraine
  •  
    Lela, United States

Os mais vendidos

Existem 1302 produtos.

Mostrando 1-15 de um total de 1302 artigo(s)

Variedade do Peru

Esta planta tem frutos gigantes
Sementes Milho Gigante de Cuzco

Sementes de milho Gigante...

Preço 2,25 € (SKU: P 40)
,
5/ 5
<!DOCTYPE html> <html> <head> <meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=UTF-8" /> </head> <body> <h2><strong>Sementes Milho Gigante de Cuzco</strong></h2> <h2><span style="color: #ff0000;"><strong>P<strong>reço para o pacote de 5 ou 10 sementes. <br /></strong></strong></span></h2> <p><span style="font-size: 14pt; font-family: georgia, palatino, serif; color: #000000;">Nativo do Peru e do Equador Milho Gigante Peruano - também conhecido como Choclo, é uma variedade horrivelmente grande de milho.</span></p> <p><span style="font-size: 14pt; font-family: georgia, palatino, serif; color: #000000;">Os talos atingem até 5 a 5,50 metros de altura.</span></p> <p><span style="font-size: 14pt; font-family: georgia, palatino, serif; color: #000000;">Em variedades padrão de milho, o peso médio varia de 25 a 35 gramas por 100 grãos. No milho gigante peruano, o peso por 100 grãos é de 90 a 95 gramas por 100 grãos - quase 3 vezes o tamanho e o rendimento.</span></p> <p><span style="font-size: 14pt; font-family: georgia, palatino, serif; color: #000000;">É um milho de maturação tardia e estima-se que precise de 120 a 150 dias para amadurecer.</span></p> <p><span style="font-size: 14pt; font-family: georgia, palatino, serif; color: #000000;">Alguém poderia pensar que ser indígena nos Andes montanhosos seria adaptado para condições de vento, mas este não é o caso. Eles evoluíram no vale e na vizinhança do Peru Urrabamba, que é abrigado e tem clima relativamente ameno.</span></p> <p><span style="font-size: 14pt; font-family: georgia, palatino, serif; color: #000000;">Milho Gigante Peruano, também conhecido como Choclo</span><br /><span style="font-size: 14pt; font-family: georgia, palatino, serif; color: #000000;">As plantas produzem numerosas espigas de milho relativamente curtas com grãos gigantescos.</span></p> <p><span style="font-size: 14pt; font-family: georgia, palatino, serif; color: #000000;">O sabor é comparável ao milho doce padrão. Não é excessivamente doce - suave para suavemente doce com uma textura cremosa seria a melhor descrição. Os peruanos costumam cozinhá-los. No Equador e na Bolívia, eles os secam primeiro e depois os "estouram" em óleo - um pouco como a pipoca. Nós, gringos, podemos apreciá-los como qualquer outro milho.</span></p> <p><span style="font-size: 14pt; font-family: georgia, palatino, serif; color: #000000;">Milho Deve ser plantado em blocos, ao contrário das linhas, e não deve ser plantado perto de outras variedades de milho. A polinização cruzada tende a produzir milho com amido de sabor ruim. Sugar Pearl, como por alguns fornecedores não precisa ser isolado como outras variedades fazem - isso é bom para o Sugar Pearl, mas não necessariamente a outra variedade.</span></p> <p><span style="font-size: 14pt; font-family: georgia, palatino, serif; color: #000000;">Milho Gigante peruano pode ser semeado diretamente no solo, ou também pode ser iniciado dentro de casa e depois transplantado. Se começar dentro de casa, certifique-se de ter um recipiente maior do que o padrão, pois ele pode facilmente superar o recipiente antes do tempo de transplante. Seja qual você escolher, plante-a em blocos, com pelo menos quatro linhas de largura, para polinização adequada e orelhas bem cheias</span></p> <p><span style="font-size: 14pt; font-family: georgia, palatino, serif; color: #000000;">Profundidade de sementeira: 5 cm</span><br /><span style="font-size: 14pt; font-family: georgia, palatino, serif; color: #000000;">Germinação: 6 a 8 dias</span><br /><span style="font-size: 14pt; font-family: georgia, palatino, serif; color: #000000;">Maturidade: em 120 - 150 dias.</span><br /><span style="font-size: 14pt; font-family: georgia, palatino, serif; color: #000000;">Cor: Branco - Amarelo Pálido</span><br /><span style="font-size: 14pt; font-family: georgia, palatino, serif; color: #000000;">Espaçamento de sementes: 30 a 35 cm de distância.</span><br /><span style="font-size: 14pt; font-family: georgia, palatino, serif; color: #000000;">Espaçamento entre fileiras: 100 cm</span><br /><span style="font-size: 14pt; font-family: georgia, palatino, serif; color: #000000;">Tamanho da planta: 400 - 550 cm</span><br /><span style="font-size: 14pt; font-family: georgia, palatino, serif; color: #000000;">Espiga de milho Tamanho: 17-20 cm Long</span><br /><span style="font-size: 14pt; font-family: georgia, palatino, serif; color: #000000;">Sol Completo</span></p> <p><span style="font-size: 14pt; font-family: georgia, palatino, serif; color: #000000;">O milho tem raízes superficiais e usa muito nitrogênio e oligoelementos. Para ajudar a sua colheita a começar da melhor maneira possível, prepare o solo primeiro com um fertilizante rico em nitrogênio. O estrume bem podre ou composto também é útil.</span></p> <p><span style="font-size: 14pt; font-family: georgia, palatino, serif; color: #000000;">Plantar no lado norte do jardim como hastes de milho irá negar a luz solar para o resto de suas culturas de jardim, você também pode querer crescer alguns, onde ele irá fornecer sombra às plantas que não podem tolerar a luz solar completa.</span></p> <h2><a href="https://www.seeds-gallery.shop/pt/inicio/sementes-de-milho-gigante-peruano-sacsa-kuski.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Sementes de milho gigante peruano Sacsa Kuski</strong>, você pode comprar AQUI</a></h2> </body> </html>
P 40 5S NS
Sementes Milho Gigante de Cuzco
Sementes de limão-taiti ou limão-tahiti  - 3

Sementes de limão-taiti...

Preço 1,95 € (SKU: V 119)
,
5/ 5
<!DOCTYPE html> <html> <head> <meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=UTF-8" /> </head> <body> <h2><strong>Sementes de limão-taiti ou limão-tahiti (Citrus × latifolia)</strong></h2> <h2><span style="color: #ff0000;"><strong>Preço para o pacote de 2 sementes.</strong></span></h2> <p>A Citrus × latifolia é uma espécie de fruta cítrica, conhecida no Brasil sob o nome comum de limão-taiti ou limão-tahiti 1 2 , classificada dentro das limas ácidas 1 . O fruto dessa espécie é maior e um pouco menos ácido do que a espécie vizinha Citrus aurantiifolia, e tem menos sementes, um sabor menos intenso e uma casca mais espessa. A polpa é levemente esverdeada e o suco é ácido.</p> <p>O limão-taiti é usada como tempero e em bebidas, por exemplo na caipirinha.</p> </body> </html>
V 119
Sementes de limão-taiti ou limão-tahiti  - 3
Sementes de Bambu Amarelo (Phyllostachys aurea) 1.95 - 10

Sementes de Bambu Amarelo...

Preço 1,95 € (SKU: B 7)
,
5/ 5
<h2><span style="font-size:14pt;"><strong>Sementes de Bambu Amarelo (Phyllostachys aurea)</strong></span></h2> <h2><span style="color:#d0121a;font-size:14pt;"><strong>5 Sementes em pacote.</strong></span></h2> <p>Utilizado na construção de barracas de festa junina, na construção de viveiros, varetas de pipas, laminados, construção de móveis ou mesmo como suporte para cultivo de hortaliças, frutas e flores, o bambu acaba de ganhar uma lei de incentivo[4], que institui a Política Nacional de Incentivo ao Manejo Sustentado e ao Cultivo do Bambu (PNMCB).</p> <p>Planta nobre, sagrada, de grande respeito em todo planeta. Na sua história é símbolo da multiplicação e generosidade.</p> <p>Admirada, honrada em todas as nações que a conhece. No japão ela representa “BUDA”; os chineses acreditam que o seu oco é um compartimento de pureza e morada dos deuses. Monteiro Lobato nos disse que é a morada do gnono Saci.</p> <p>Pesquisas nos mostram que é tão durável e resistente quanto o concreto, madeira, e em relação à tração é comparada ao aço.</p> <p>O bambu é uma planta que não perde as folhas no outono e desenvolve novas folhas na primavera. Elas são substituídas imediatamente por novas folhas no começo da primavera.</p> <p>Se apresenta como uma fonte de biomassa energética com grande potencial, uma vez que o seu crescimento é bastante acelerado, com brotação anual espontânea e pode ser cortado aos 3 anos de idade.</p> <p>Nome científico: Phyllostachys aurea</p> <p>Classificação: Espécie</p>
B 7
Sementes de Bambu Amarelo (Phyllostachys aurea) 1.95 - 10
Sementes De Morango Trepador ‘Mount Everest’

Sementes De Morango...

Preço 2,50 € (SKU: V 1 CS)
,
5/ 5
<h2><span style="text-decoration:underline;"><em><strong>Sementes De Morango Trepador ‘Mount Everest’</strong></em></span></h2> <h3><span style="color:#ff0000;"><strong>Preço para o pacote de<strong> 10 </strong>sementes.</strong></span></h3> <p>Espécie de morango trepador "Mont Everest" deve ser plantado encostado a uma rede,a estaca ou treliça e terá de atá-lo à medida que cresce (1.5m),como se faz com os tomates.Plante agora para ir desenvolvendo o sistema radicular e começar a produzir na Primavera.Tenho vários exemplares</p>
V 1 CS
Sementes De Morango Trepador ‘Mount Everest’
Sementes de Mirtilo Gigante "DUKE" (Vaccinium corymbosum)

Sementes de Mirtilo Gigante...

Preço 1,95 € (SKU: V 194 D)
,
5/ 5
<!DOCTYPE html> <html> <head> <meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=UTF-8" /> </head> <body> <h2><strong>Sementes de Mirtilo Gigante DUKE (Vaccinium corymbosum)</strong></h2> <h2><span style="color: #ff0000;"><strong>Preço por pacote de 50 (0,015g) sementes.</strong></span></h2> <p>Outros nomes comuns: Mirtilo, Mirtilo Gigante, Mirtilo Gigante Americano.</p> <p>Os mirtilos Duke são a principal variedade de mirtilos com maturação precoce (as frutas começam a amadurecer no início de junho). É conhecida por seus altos rendimentos (uma planta da Duke pode produzir mais de 9 kg (20 lbs) de frutas de qualidade e tamanho uniforme. O sabor suave da Duke parece melhorar com o armazenamento a frio.</p> <p>Manter o vigor da planta dos mirtilos Duke pode ser um desafio por um longo período de tempo. Os produtores devem escolher um local de crescimento de qualidade e empregar continuamente boas práticas culturais.</p> <p>O mirtilo Duke é um dos principais candidatos para colheita mecânica, vendas frescas e de processos.</p> </body> </html>
V 194 D
Sementes de Mirtilo Gigante "DUKE" (Vaccinium corymbosum)
Sementes de Baunilha Bourbon (Vanilla planifolia)

Sementes de Baunilha...

Preço 3,50 € (SKU: MHS 104)
,
5/ 5
<!DOCTYPE html> <html> <head> <meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=UTF-8" /> </head> <body> <h2><span style="font-size: 14pt;"><strong>Sementes de Baunilha Bourbon (Vanilla planifolia)</strong></span></h2> <h2><span style="color: #f40606; font-size: 14pt;"><strong>Preço para o pacote de 50 ou 100 sementes.</strong></span></h2> <p><span>Baunilha (do castelhano vainilla, pequena vagem) é uma especiaria usada como aromatizante, obtida de orquídeas do género Vanilla, nativas do México. Originalmente cultivada pelos povos mesoamericanos pré-colombianos, parece ter sido levada para a Europa juntamente com o chocolate na década de 1520, pelo conquistador espanhol Hernán Cortés.</span></p> <p><span>Tentativas de cultivo da planta da baunilha fora do México e América Central, mostraram-se infrutíferas devido à relação simbiótica entre a trepadeira tlilxochitl[3] e a espécie local de Melipona; apenas em 1837 o botânico belga Charles Morren descobriu esta relação e desenvolveu um método para polinizar artificialmente a planta, o qual se revelou economicamente inviável, não tendo sido aplicado comercialmente.[4] Em 1841, um escravo ao serviço de franceses com 12 anos de idade, de nome Edmond Albius, que vivia na ilha Bourbon, descobriu que a planta podia ser polinizada a mão, o que viria a permitir o cultivo global da planta.</span></p> <p><span>Hoje em dia, existem três cultivares principais de baunilha de produção global, todos obtidos de uma espécie encontrada na Mesoamérica.[6] As várias subespécies são Vanilla planifolia (sin. V. fragrans), cultivada em Madagáscar, Reunião e outras áreas tropicais do Oceano Índico; V. tahitensis, cultivada no Pacífico Sul; e V. pompona, encontrada nas Índias Ocidentais, América Central e do Sul[7] A maior parte da baunilha produzida no mundo é da variedade V. planifolia, conhecida como baunilha "Madagáscar-Bourbon", produzida numa pequena região de Madagáscar e na Indonésia.</span></p> <p><span>A baunilha é a segunda especiaria mais cara, a seguir ao açafrão,[10][11] devido à mão-de-obra necessária na produção das vagens.[11] Apesar do custo, é muito apreciada pelo seu flavor, que o autor Frederic Rosengarten, Jr. descreveu em The Book of Spices como "puro, apimentado, e delicado" e pelo seu aroma floral complexo descrito com um "bouquet peculiar".[12] É usada em bolos e sobremesas, perfumes, e na aromaterapia.</span></p> <p><span>Etimologicamente, a palavra deriva de vainilla diminutivo de vaina ou seja bainha em língua espanhola. A palavra vaina vem da palavra latina vagina.</span></p> <p><span>Na maioria das línguas, a baunilha é designada por termos foneticamente muito semelhantes: vanilla em inglês, wanilia em polonês, vanilje em sueco.</span></p> <p><strong><span>Descrição botânica</span></strong></p> <p><span>Flexível e pouco ramificada, a liana da baunilha, também chamada «baunilheira», desenvolve-se por crescimento do gomo terminal, formando longos talos que podem lançar-se em busca de suporte por mais de dez metros. Se o caule se partir, os pedaços que caem no solo criam raízes facilmente, o que permite a propagação da planta, quer na natureza quer em cultivo.</span></p> <p><span>As folhas dispõem-se de maneira alternada de cada lado do caule. São planas, inteiras, ovais com ponta aguçada, cerca de três vezes mais compridas que largas e podem medir até 15 cm. O caule e as folhas são verdes, profusamente cobertos de um suco transparente e irritante que provoca na pele queimaduras e irritação persistentes.[14] Na zona da bainha das folhas, surgem muitas vezes raízes aéreas que permitem à planta agarrar-se ao seu suporte ou a uma estaca ganhar raízes.</span></p> <p><span>As flores, agrupadas em oito ou dez, formam pequenos racemos de inflorescências axilares. De cor branca, esverdeada ou amarelada, possuem a estrutura clássica de uma flor de orquídea.</span></p> <p><span>A fecundação natural requer a intervenção de insetos especializados, apenas presentes nas florestas densas donde a baunilha é originária na América Central. Os responsáveis seriam as abelhas especializadas em orquídeas, as Euglossini, em particular a espécie Euglossa viridissima e talvez também Eulaema cingulata. As Melipona, sobretudo Melipona beechii, antes consideradas as fecundadoras da baunilha, parecem ser atualmente descartadas pelos entomólogos.[15] Depois da fecundação, o ovário que fazia de pedúnculo na base da flor, transforma-se numa vagem pendente com 12 a 25 cm de comprimento. As vagens frescas e ainda inodoras, têm de diâmetro entre 7 a 10 mm, contendo milhares de grãos minúsculos que seriam libertados pela abertura dos frutos maduros se não se procedesse à sua recolha ainda verdes.</span></p> <p><strong><span>Distribuição e cultivares</span></strong></p> <p><span>A baunilha vive no sub-bosque das florestas tropicais húmidas. Já era reproduzida por estaquia bem antes da chegada dos conquistadores espanhóis ao México. Além disso, a quase totalidade dos pés conhecidos, mesmo os que crescem livremente na floresta, são clones provenientes de explorações atuais ou abandonadas.</span></p> <p><span>A área natural original da baunilha é bastante mal conhecida. Estender-se-ia por uma região que cobria partes do sul do México, Guatemala, Belize e Honduras, mas ter-se-á tornado raríssima no estado verdadeiramente selvagem. Apenas uma trintena de pés bastante dispersos são atualmente identificados como tal.</span></p> <p><span>A baunilha é sobretudo conhecida como planta cultivada para produção duma especiaria. Foi a história desta especiaria que contribuiu para a difusão desta cultura e à instalação da planta na maioria das regiões tropicais húmidas do mundo.</span></p> <p><strong><span>Cultivares</span></strong></p> <p><span>São quatro os cultivares de Vanilla utilizados para cultivo, listados segundo as correspondente designações do produto comercial:</span></p> <p><strong><span>Baunilha Bourbon ou baunilha Bourbon-Madagascar</span></strong><span>, produzida a partir de plantas de V. planifolia levadas das Américas, é o termo usado para a baunilha das ilhas do Oceano Índico, como Madagáscar, Comores, e Reunião, antigamente chamada Île Bourbon.</span></p> <p><strong><span>Baunilha mexicana</span></strong><span>, produzida a partir de V. planifolia nativa, é produzida em muito menor quantidade e comercializada como a baunilha original.</span></p> <p><strong><span>Baunilha de Taiti</span></strong><span> é produzida na Polinésia Francesa, a partir de V. tahitiensis. Análises genéticas mostram que esta espécie é provavelmente um cultivar híbrido resultante do cruzamento entre V. planifolia e V. odorata. Esta espécie terá sido introduzida na Polinésia Francesa por François Alphonse Hamelin a partir das Filipinas, onde havia sido introduzida desde a Guatemala através da rota do Galeão de Manila.</span></p> <p><strong><span>Baunilha da Índias Ocidentais</span></strong><span> é feita a partir de V. pompona cultivada no Caribe , América Central e do Sul.</span></p> <p><strong><span>Química e perfil aromático</span></strong></p> <p><span>Embora existam muitos compostos presentes nos extratos de baunilha, a vanilina (4-hidroxi-3-metoxibenzaldeído) é a principal responsável pelo flavor e aroma característicos da baunilha. Outro componente menor do óleo essencial da baunilha é o piperonal. O piperonal e outras substâncias afetam o odor da baunilha natural. A vanilina foi isolada pela primeira vez a partir de vagens de baunilha por Gobley em 1858.[19] Em de 1874, foi obtida a partir dos glicosídeos da seiva do pinheiro, causando uma depressão temporária na indústria da baunilha natural.</span></p> <p><span>O perfil aromático depende das condições de cultivo e de preparação mas também das variedades ou espécies utilizadas. A baunilha das Índias Ocidentais e a baunilha do Taiti têm teores em vanilina relativamente baixos. A baunilha das Índias Ocidentais tem um forte odor de cumarina. Quanto à baunilha do Taiti, rica em diversos compoostos, beneficia duma reputação de qualidade superior à da baunilha mexicana.[20].</span></p> <p><span>A essência de baunilha é comercializada sob duas formas. O verdadeiro extrato de vagens é uma mistura extremamente complexa de várias centenas de compostos distintos. A essência sintética, consistindo basicamente numa solução de vanilina sintética em etanol, é derivada do fenol e é de alta pureza.</span></p> <p><strong><em><span>História</span></em></strong></p> <p><strong><span>A «flor negra» dos astecas</span></strong></p> <p><span>A história da baunilha está associada à do chocolate. Os astecas,[22] e já antes os maias, decoravam com baunilha uma bebida espessa à base de cacau. Os astecas designavam tal bebida, destinada aos nobres e aos guerreiros, xocoatl.[23] Porém, os astecas não cultivam nem a baunilha nem o cacau, devido ao clima impróprio. Tais produtos de luxo provinham do comércio com as regiões vizinhas. Provavelmente não dispunham do conhecimento agronómico da planta que produzia a baunilha, pois chamavam-lhe tlilxochitl, que significa «flor negra»,[24] embora fosse mais lógico que a chamassem «fruto negro».</span></p> <p><span>São os totonacas, ocupantes das regiões costeiras do golfo do México, próximo da atuais cidades de Veracruz e Papantla, quem produzia a baunilha e a fornecia aos astecas. Segundo a lenda, a liana da baunilha nasceu do sangue da princesa Tzacopontziza («Estrela da Manhã»), no lugar onde o seu raptor, o príncipe Zkatan-Oxga («Veado Jovem»), e ela mesma foram apanhados e decapitados pelos sacerdotes de Tonoacayohua, a deusa das colheitas. O príncipe reencarna num vigoroso arbusto e a princesa torna-se a delicada liana de orquídea ternamente enlaçada ao seu amante.[25] Os totonacas chamavam e chamam ainda hoje à baunilha caxixanath, a «flor escondida», ou de modo abreviado xanat.</span></p> <p><span>Os espanhóis descobrem a baunilha no início do século XVI por ocasião da conquista da América Central. Não há nada que permita concluir que esta especiaria tenha sido conhecida na passagem pela América Central das várias expedições continentais iniciais, como as de Ojeda e de Nicuesa em 1509 ou de Núñez de Balboa ao Panamá em 1513, pois não foi até hoje encontrado qualquer relato sobre este assunto. Por outro lado, tudo leva a crer que o conhecimento decisivo da baunilha está efetivamente ligado à chegada dos espanhois a Tenochtitlan, e ao encontro de Hernán Cortés com o tlatoani Moctezuma II, descrevendo Sahagún os costumes e em particular o uso da baunilha para aromatizar o chocolate.[27] A primeira referência escrita à baunilha que se conhece, bem como a primeira ilustração, constam do Códice Florentino, escrito pelos astecas Martín de la Cruz e Juan Badiano em 1552.[28] Esta mesma referência constitui igualmente a primeira a uma orquídea do Novo Mundo.</span></p> <p><strong><span>O monopólio mexicano</span></strong></p> <p><span>A partir do século XVII o comércio internacional começa a ganhar amplitude. A baunilha é apresentada à rainha Isabel I de Inglaterra pelo seu farmacêutico, Hugh Morgan. Este faz chegar uma amostra a Charles de l'Écluse que em 1605 publica pela primeira vez na Europa uma descrição naturalista da vagem à qual chama Lobus oblongus aromaticus,[29] ou «concha aromática alongada».</span></p> <p><span>Durante mais de dois séculos (XVII e XVIII), o México, em particular a região de Veracruz, conserva o monopólio da baunilha.</span></p> <p><span>Todas as tentativas de produzir esta orquídea fora da sua área natural de origem saldam-se em fracassos. Apenas no século XIX se saberia que as abelhas indígenas tinham um papel fecundador indispensável à formação do fruto.</span></p> <p><span>A baunilha suscita uma verdadeira paixão na Europa, sendo cada vez mais apreciada na corte da França. Luís XIV tenta introduzi-la na ilha da Reunião, mas todas as tentativas feitas durante o seu reinado falham.</span></p> <p><strong><span>Descoberta em Reunião</span></strong></p> <p><span>A primeira polinização artificial da baunilheira é feita em 1836 no Jardim Botânico de Liège pelo naturalista belga Charles Morren, e em 1837 pelo francês Joseph Henri François Neumann.</span></p> <p><span>Mas é apenas em 1841 que um jovem escravo de Reunião, com doze anos de idade, Edmond Albius, cria o processo prático ainda hoje utilizado.[30] Este método de polinização, de cuja paternidade Jean Michel Claude Richard tenta apropriar-se, faz da ilha da Reunião, o primeiro centro baunilheiro do planeta apenas decorridos alguns decénios após a introdução da orquídea em 1819. Com a abolição da escravatura em 1848, é dado ao jovem Edmond o patronímico Albius, com referência à cor branca (alba) da flor da baunilha.</span></p> <p><strong><span>A ascensão malgaxe</span></strong></p> <p><span>São os produtores da ilha da Reunião que introduzem a cultura da baunilha em Madagáscar cerca de 1880. As primeiras plantações são feitas na ilha Nosy Be. Dali, expandem-se para as regiões orientais da grande ilha, como Antalaha e Sambava, com clima húmido favorável. O crescimento é rápido e a produção malgaxe ultrapassaria as 1 000 toneladas em 1929, mais de dez vezes a produção na Reunião. Contudo, o mercado carece de regulação, e a baunilha conhece crises cíclicas de sobre-produção.</span></p> <p><span>Mau grado a concorrência de outros países tropicais como a Indonésia e a emergência de novas dinâmicas de conquista de mercado como no estado indiano de Kerala, Madgáscar conserva ainda hoje o primeiro lugar como exportador mundial, produzindo cerca de 60% da baunilha no mundo.</span></p> </body> </html>
MHS 104
Sementes de Baunilha Bourbon (Vanilla planifolia)

Esta planta tem frutos gigantes
Sementes de Morango Gigante

Sementes de Morango Gigante

Preço 2,85 € (SKU: V 1 GS)
,
5/ 5
<h2><strong>Sementes de Morango Gigante</strong></h2> <h2><span style="color: #ff0000;" class=""><strong>Preço para o pacote de 100 (0.06g) sementes.</strong></span></h2> <p>Morangos gigantes, Fragaria ananassa L. Makimus, são muito fáceis de cultivar! É perene, resistente ao inverno e prospera bem em pleno sol, desde que o solo seja fértil e bem drenado. Plantas saudáveis produzirão muitas frutas por anos! Os morangos são grandes (150 g) como maçãs! Este tipo de morango "gigante" padrão oferece a maior colheita!</p> <p>Os morangos precisam de luz para germinar e suas sementes não devem ser cobertas pelo substrato. Mas a prática mostrou que as sementes de morango descobertas secam muito rapidamente durante a germinação. Portanto, recomenda-se cobrir as sementes muito levemente com um substrato de sementeira peneirado. Você pode colocar uma semente ou nylon transparente na semente semeada e, assim, manter a umidade necessária para fazer a semente brotar.</p> <h3><span style="color: #008000;"><strong>Rápido guia de cultivo</strong></span><br><span style="color: #008000;"><strong>Germinação</strong>: </span></h3> <p><span style="color: #008000;"> - Primeiro faça uma estratificação a frio: mantenha as sementes na geladeira ou freezer por 30 a 60 dias (envoltas em papel toalha úmido, dentro de saco plástico transparente como por ex. ziplock),</span></p> <p><span style="color: #008000;">&nbsp; - Semeie a aproximadamente 1mm de profundidade,</span></p> <p><span style="color: #008000;">&nbsp; - Mantenha úmido e em temperatura entre 20 e 28˚C. </span></p> <h3><span style="color: #008000;"><strong>Solo, local e informações de cultivo</strong>:</span></h3> <ul> <li><span style="color: #008000;">Humidade: média-alta.</span></li> <li><span style="color: #008000;">Temperatura: 10-30˚C (clima tropical&nbsp; e subtropical). Resistente ao frio</span></li> <li><span style="color: #008000;">Luz: sol direto.</span></li> <li><span style="color: #008000;">Solo: qualquer solo que retenha água, seja bem drenado e tenha boa fertilidade é suficiente.</span></li> <li><span style="color: #008000;">pH do solo:</span></li> <li><span style="color: #008000;">Irrigação: irrigue regularmente.</span></li> <li><span style="color: #008000;"><span style="color: #008000;">Para ser plantada em vasos e exteriores.</span></span> <div></div> </li> </ul><script src="//cdn.public.n1ed.com/G3OMDFLT/widgets.js"></script>
V 1 GS (0,06G)
Sementes de Morango Gigante
Sementes De Exótica Raros Preto Morango

Sementes de Preto Morango

Preço 2,25 € (SKU: V 1)
,
5/ 5
<h2><strong>Sementes de Preto Morango Exótica Raros</strong></h2> <h2><span style="color:#ff0000;"><strong>Preço para o pacote de 10 sementes.</strong></span></h2> <p>Um adorável morango preto que é totalmente resistente. Perfeito para pequenos espaços ou recipientes, produzirá uma abundância de pequenas frutas doces, com um toque de abacaxi. Cultivo pesado e fácil de cultivar. Erva perene densamente agrupada com ramos mais retos.<br />15-25 cm de altura. Cymose anthotaxy com carne suculenta. Exigem a perda e remoção de ervas daninhas em intervalos no solo fértil e solto com grandes fertilizantes orgânicos. Favorecer a aquecer e precisar de umidade para viver durante o inverno.</p> <div> <div> <table cellspacing="0" cellpadding="0" border="1"><tbody><tr><td colspan="2" width="100%" valign="top"> <h3 align="center"><span style="color:#008000;"><strong>Instruções  para a semeadura e germinação</strong></span></h3> </td> </tr><tr><td valign="top" nowrap="nowrap"> <p align="center"><span style="color:#008000;"><strong>Propagation:</strong></span></p> </td> <td valign="top"> <p align="center"><span style="color:#008000;">Seeds</span></p> </td> </tr><tr><td valign="top" nowrap="nowrap"> <p align="center"><span style="color:#008000;"><strong>Pretreat:</strong></span></p> </td> <td valign="top"> <p align="center"><span style="color:#008000;">0</span></p> </td> </tr><tr><td valign="top" nowrap="nowrap"> <p align="center"><span style="color:#008000;"><strong>Stratification:</strong></span></p> </td> <td valign="top"> <p align="center"><span style="color:#008000;">0</span></p> </td> </tr><tr><td valign="top" nowrap="nowrap"> <p align="center"><span style="color:#008000;"><strong>Sowing Time:</strong></span></p> </td> <td valign="top"> <p align="center"><span style="color:#008000;">all year round</span></p> </td> </tr><tr><td valign="top" nowrap="nowrap"> <p align="center"><span style="color:#008000;"><strong>Sowing Depth:</strong></span></p> </td> <td valign="top"> <p align="center"><span style="color:#008000;">Needs Light to germinate! Just sprinkle on the surface of the substrate + gently press</span></p> </td> </tr><tr><td valign="top" nowrap="nowrap"> <p align="center"><span style="color:#008000;"><strong>Sowing Mix:</strong></span></p> </td> <td valign="top"> <p align="center"><span style="color:#008000;">Coir or sowing mix + sand or perlite</span></p> </td> </tr><tr><td valign="top" nowrap="nowrap"> <p align="center"><span style="color:#008000;"><strong>Germination temperature:</strong></span></p> </td> <td valign="top"> <p align="center"><span style="color:#008000;">20-25°C</span></p> </td> </tr><tr><td valign="top" nowrap="nowrap"> <p align="center"><span style="color:#008000;"><strong>Location:</strong></span></p> </td> <td valign="top"> <p align="center"><span style="color:#008000;">bright + keep constantly moist not wet</span></p> </td> </tr><tr><td valign="top" nowrap="nowrap"> <p align="center"><span style="color:#008000;"><strong>Germination Time:</strong></span></p> </td> <td valign="top"> <p align="center"><span style="color:#008000;">1 - 8 weeks</span></p> </td> </tr><tr><td valign="top" nowrap="nowrap"> <p align="center"><span style="color:#008000;"><strong>Watering:</strong></span></p> </td> <td valign="top"> <p align="center"><span style="color:#008000;">Water regularly during the growing season</span></p> </td> </tr><tr><td valign="top" nowrap="nowrap"> </td> <td valign="top"> <p align="center"><br /><span style="color:#008000;"><em>Copyright © 2012 Seeds Gallery - Saatgut Galerie - Galerija semena. </em><em>All Rights Reserved.</em></span></p> </td> </tr></tbody></table></div> </div>
V 1
Sementes De Exótica Raros Preto Morango

Sementes da Pimenta Carolina Reaper vermelho e amarelo 2.45 - 1

100 Sementes de Pimenta...

Preço 5,50 € (SKU: C 97 (0,47g))
,
5/ 5
<!DOCTYPE html> <html> <head> <meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=UTF-8" /> </head> <body> <h2><strong>100 Sementes de Pimenta Carolina Reaper</strong></h2> <h2><span style="color: #ff0000;"><strong>Preço para o pacote 100 (0,47g) sementes.</strong></span></h2> <p><strong>Como você pode ver pelas nossas fotos, as sementes são de nossas próprias plantas (organicamente cresceram) e você sabe o que obterá das sementes que você compra de nós ...</strong></p> <p>A Carolina Reaper é uma pimenta, parte da espécie Capsicum chinense, originalmente chamada de "HP22BNH", foi criada por Ed Currie, cultivador e presidente da companhia de pimentas PuckerButt Pepper Company em Fort Mill, Carolina do Sul, Estados Unidos. É fruto do cruzamento entre a Habanero e a Naga Bhut Jolokia. Desde 2013 é considerada pelo Guinness World Records a pimenta mais forte do mundo, com unidades de Scoville que variam entre 1,15 milhões e 2,200 milhões de SHU.</p> </body> </html>
C 97 (0,47g)
Sementes da Pimenta Carolina Reaper vermelho e amarelo 2.45 - 1
  • Em promoção!
Sementes de Bambu Gigante Madake (Phyllostachys bambusoides)  - 3

Sementes de Bambu Gigante...

Preço 1,95 € (SKU: B 6)
,
5/ 5
<!DOCTYPE html> <html> <head> <meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=UTF-8" /> </head> <body> <h2><span style="font-size: 14pt;"><strong>Sementes de Bambu Gigante Madake (Phyllostachys bambusoides)</strong></span></h2> <h2><span style="color: #ff0000; font-size: 14pt;"><strong>Preço para o pacote de 5 sementes.</strong></span></h2> <p>Phyllostachys bambusoides, commonly called madake, giant timber bamboo or Japanese timber bamboo, is a bamboo species in the genus Phyllostachys.</p> <p>Madake is typically known for being the most common type of bamboo used in the making of shakuhachi flutes, and is utilized in numerous Japanese, as well as Chinese, arts and crafts.</p> <p>Phyllostachys bambusoides can reach a height of 15–22 m and a diameter of 10–15 cm. The culms are dark green, quite thick and very straight. Leaves are dark green. New stalks emerge in late spring and grow quite rapidly, up to 1 meter each day. The flowering interval of this species is very long, about 120 years. This strong plant is in Asia one of the preferred bamboo for building and in the manufacture of furniture.</p> <p>This species is native to China, but it is commonly grown worldwide, especially in Japan.</p> </body> </html>
B 6
Sementes de Bambu Gigante Madake (Phyllostachys bambusoides)  - 3

Esta planta tem frutos gigantes
Sementes de Girassol Mammoth Russo 1.85 - 1

Sementes de Girassol...

Preço 1,85 € (SKU: VE 68)
,
5/ 5
<h2><strong>Sementes de Girassol Mammoth Russo</strong></h2> <h2><span style="color: #ff0000;" class=""><strong>Preço para o pacote de 1g (10), 9g (100) sementes.</strong></span></h2> <p>Esta popular variedade russa gigante russa Mammoth (Helianthus annuus) é facilmente criada e não requer cuidados especiais. A árvore pode atingir uma altura de 4 metros com flores gigantes (em um diâmetro de até 60cm) que dão sementes de girassol imensas.</p>
VE 68 (1g)
Sementes de Girassol Mammoth Russo 1.85 - 1

Variedade do Japão
Sementes de Melão Yubari A fruta mais cara do mundo 7.45 - 1

Sementes de Melão Yubari A...

Preço 4,95 € (SKU: V 2)
,
5/ 5
<!DOCTYPE html> <html> <head> <meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=UTF-8" /> </head> <body> <h2>Sementes de Melão Yubari A fruta mais cara do mundo</h2> <h2><span style="color: #ff0000;"><strong>Preço para o pacote de 5, 10, 50 sementes.</strong></span></h2> <div>Se existe uma curiosidade que assombra os visitantes estrangeiros no Japão é o leilão destes melões. A variedade chamada Yubari é um pouco diferente da mais conhecida Mask, que já é produzida no Brasil. E foi noticiado no jornal The Japan Times.</div> <div>No leilão que inicia a sua temporada em Sapporo, capital de Hokkaido, no Norte do Japão, o par destes melões alcançou a espantosa cifra de cerca de US$ 20 mil, três vezes mais alto que o do ano anterior. Em 2008, o recorde foi de cerca de US$ 30 mil.</div> <div>Por mais que sejam cultivados em estufas, consumindo mais de 20 litros de diesel para mantê-los aquecidos durante o período de sua maturação e que sejam deliciosos, estes preços são absurdos. Evidentemente, utilizam-se artifícios custosos para que sejam colhidos fora de estação.</div> <div>Acabam sendo vendidos em frutarias de luxo, embalados em caixas de veludo, e normalmente destinados para presentear nas visitas aos enfermos. O seu preço normal não chega ao destes leilões, mas certamente superam a US$ 100,00 cada, que já é muito elevado.</div> </body> </html>
V 2 5-S
Sementes de Melão Yubari A fruta mais cara do mundo 7.45 - 1

Produto mais vendido
Sementes de Mandioca,...

Sementes de Mandioca,...

Preço 4,95 € (SKU: P 445)
,
5/ 5
<h2><strong>Sementes de Mandioca, Tapioca Aipim, Mandioca (Manihot esculenta)</strong></h2> <h2><span style="color: #ff0000;"><strong>Preço para o pacote de 3 sementes.</strong></span></h2> <p><b>Mandioca</b>,<span>&nbsp;</span><b>macaxeira, aipim, castelinha</b>,<span>&nbsp;</span><b>uaipi</b>,<span>&nbsp;</span><b>mandioca-doce</b>,<span>&nbsp;</span><b>mandioca-mansa</b>,<span>&nbsp;</span><b>maniva</b>,<span>&nbsp;</span><b>maniveira</b>,<span>&nbsp;</span><b>pão-de-pobre</b><b>, mandioca-brava</b><span>&nbsp;</span>e<span>&nbsp;</span><b>mandioca-amarga,</b><span>&nbsp;</span>são termos<span>&nbsp;</span>brasileiros<span>&nbsp;</span>para designar a<span>&nbsp;</span>espécie<span>&nbsp;</span><i><b>Manihot esculenta</b></i><span>&nbsp;</span>(sinônimo<span>&nbsp;</span><i>M. utilissima</i>)<sup id="cite_ref-MandiocaEM_2-0" class="reference"><span>[</span>2<span>]</span></sup>. Descrita por<span>&nbsp;</span>Crantz, é uma espécie de planta<span>&nbsp;</span>tuberosa<span>&nbsp;</span>da família das<span>&nbsp;</span><i>Euphorbiaceae</i><sup id="cite_ref-Tropicos_3-0" class="reference"><span>[</span>3<span>]</span></sup>. O nome dado ao caule do pé de mandioca é maniva, o qual, cortado em pedaços, é usado no plantio. Trata-se de um arbusto que teria tido sua origem mais remota no oeste do Brasil (sudoeste da Amazônia) e que, antes da chegada dos europeus à América, já estaria disseminado, como cultivo alimentar, até a<span>&nbsp;</span>Mesoamérica(Guatemala,<span>&nbsp;</span>México).</p> <p>É a terceira maior fonte de carboidratos nos trópicos, depois de<span>&nbsp;</span>arroz<span>&nbsp;</span>e<span>&nbsp;</span>milho<sup id="cite_ref-4" class="reference"><span>[</span>4<span>]</span></sup><sup id="cite_ref-5" class="reference"><span>[</span>5<span>]</span></sup>, e um dos principais alimentos básicos no<span>&nbsp;</span>mundo em desenvolvimento, existindo na dieta básica de mais de meio bilhão de pessoas.<sup id="cite_ref-6" class="reference"><span>[</span>6<span>]</span></sup><span>&nbsp;</span>Espalhada para diversas partes do mundo, tem hoje a<span>&nbsp;</span>Nigéria<span>&nbsp;</span>como seu maior produtor<sup id="cite_ref-7" class="reference"><span>[</span>7<span>]</span></sup>.</p> <h2><span class="mw-headline" id="Etimologia">Etimologia</span></h2> <p>"Mandioca" origina-se do termo<span>&nbsp;</span>tupi<span>&nbsp;</span><i>mãdi'og</i><sup id="cite_ref-8" class="reference"><span>[</span>8<span>]</span></sup>,<span>&nbsp;</span><i>mandi-ó</i><span>&nbsp;</span>ou<span>&nbsp;</span><i>mani-oca</i>, que significa "casa de Mani"<sup id="cite_ref-9" class="reference"><span>[</span>9<span>]</span></sup>, sendo Mani a deusa benfazeja dos<span>&nbsp;</span>guaranis<span>&nbsp;</span>que se transforma em mani-oca. "Aipim" origina-se do termo tupi<span>&nbsp;</span><i>ai'pi</i>.<sup id="cite_ref-10" class="reference"><span>[</span>10<span>]</span></sup><span>&nbsp;</span>"Maniva" origina-se do termo tupi<span>&nbsp;</span><i>mani'iwa</i>.</p> <h2><span id="Sin.C3.B4nimos"></span><span class="mw-headline">Sinônimos</span></h2> <p>Sinônimos e nomes arcaicos:</p> <div class="div-col columns column-width"> <ul> <li><i>Janipha aipi</i><span>&nbsp;</span><small>(Pohl) J.Presl</small></li> <li><i>Janipha manihot</i><span>&nbsp;</span><small>(L.) Kunth</small></li> <li><i>Jatropha aipi</i><span>&nbsp;</span><small>(Pohl) A.Moller</small></li> <li><i>Jatropha diffusa</i><span>&nbsp;</span><small>(Pohl) Steud.</small></li> <li><i>Jatropha digitiformis</i><span>&nbsp;</span><small>(Pohl) Steud.</small></li> <li><i>Jatropha dulcis</i><span>&nbsp;</span><small>J.F.Gmel.</small></li> <li><i>Jatropha flabellifolia</i><span>&nbsp;</span><small>(Pohl) Steud.</small></li> <li><i>Jatropha loureiroi</i><span>&nbsp;</span><small>(Pohl) Steud.</small></li> <li><i>Jatropha manihot</i><span>&nbsp;</span><small>L.</small></li> <li><i>Jatropha mitis</i><span>&nbsp;</span><small>Rottb.</small></li> <li><i>Jatropha paniculata</i><span>&nbsp;</span><small>Ruiz &amp; Pav. ex Pax</small></li> <li><i>Jatropha silvestris</i><span>&nbsp;</span><small>Vell.</small></li> <li><i>Jatropha stipulata</i><span>&nbsp;</span><small>Vell.</small></li> <li><i>Mandioca aipi</i><span>&nbsp;</span><small>(Pohl) Link</small></li> <li><i>Mandioca dulcis</i><span>&nbsp;</span><small>(J.F.Gmel.) D.Parodi</small></li> <li><i>Mandioca utilissima</i><span>&nbsp;</span><small>(Pohl) Link</small></li> <li><i>Manihot aipi</i><span>&nbsp;</span><small>Pohl</small></li> <li><i>Manihot aypi</i><span>&nbsp;</span><small>Spruce</small></li> <li><i>Manihot cannabina</i><span>&nbsp;</span><small>Sweet</small></li> <li><i>Manihot diffusa</i><span>&nbsp;</span><small>Pohl</small></li> <li><i>Manihot digitiformis</i><span>&nbsp;</span><small>Pohl</small></li> <li><i>Manihot dulcis</i><span>&nbsp;</span><small>(J.F.Gmel.) Baill.</small></li> <li><i>Manihot edule</i><span>&nbsp;</span><small>A.Rich.</small></li> <li><i>Manihot flabellifolia</i><span>&nbsp;</span><small>Pohl</small></li> <li><i>Manihot flexuosa</i><span>&nbsp;</span><small>Pax &amp; K.Hoffm.</small></li> <li><i>Manihot guyanensis</i><span>&nbsp;</span><small>Klotzsch ex Pax</small></li> <li><i>Manihot loureiroi</i><span>&nbsp;</span><small>Pohl</small></li> <li><i>Manihot melanobasis</i><span>&nbsp;</span><small>Müll.Arg.</small></li> <li><i>Manihot sprucei</i><span>&nbsp;</span><small>Pax</small></li> <li><i>Manihot utilissima</i><span>&nbsp;</span><small>Pohl</small></li> </ul> </div> <h2><span id="Cultivares_.28Variedades.29"></span><span class="mw-headline">Cultivares (Variedades)</span></h2> <p>A cultura da mandioca<sup id="cite_ref-Embrapa500_13-0" class="reference"><span>[</span>13<span>]</span></sup><span>&nbsp;</span>apresenta ampla variabilidade<span>&nbsp;</span>genética, representada pelo grande número de<span>&nbsp;</span>cultivares<span>&nbsp;</span>disponíveis no Brasil, seu local de origem. Até 2006 já haviam sido catalogadas apenas no Brasil mais de 4 mil delas, mantidas em coleções e bancos de<span>&nbsp;</span>germoplasma<span>&nbsp;</span>de várias instituições de pesquisa. A maioria dessas cultivares é fruto do trabalho de seleção e conservação dos agricultores em suas lavouras, durante anos seguidos, as chamadas variedades crioulas<sup id="cite_ref-14" class="reference"><span>[</span>14<span>]</span></sup>.</p> <p>O ciclo cultural da mandioca é o período que vai do plantio à colheita. As cultivares de mandioca têm ciclos que variam de 6 a 36 meses, e com base neles são classificadas em:</p> <ul> <li>Precoces (ciclo de 10 a 14 meses).</li> <li>Semiprecoces (ciclo de 14 a 16 meses).</li> <li>Tardias (ciclo maior que 18 meses).</li> </ul> <p>A mesma cultivar dificilmente se comporta de forma semelhante em todos os locais, pois por apresentar alta interação do<span>&nbsp;</span>genótipo<span>&nbsp;</span>com o<span>&nbsp;</span>ambiente<span>&nbsp;</span>caracteriza-se por adaptação localizada, podendo o comportamento de uma mesma cultivar variar até entre lavouras de agricultores da mesma região, em decorrência de diferenças de<span>&nbsp;</span>solo<span>&nbsp;</span>ou de manejo do cultivo.</p> <p>É considerada planta rústica e com ampla capacidade de adaptação, sendo cultivada em todas as<span>&nbsp;</span>regiões tropicais, adaptando-se às mais variadas condições de<span>&nbsp;</span>clima<span>&nbsp;</span>e<span>&nbsp;</span>solo. Independentemente de sua ampla variabilidade genética e de sua interação com o ambiente, os principais parâmetros<span>&nbsp;</span>ecológicos<span>&nbsp;</span>da mandioca são constituídos por<span>&nbsp;</span>temperatura,<span>&nbsp;</span>radiação solar,<span>&nbsp;</span>fotoperíodo,<span>&nbsp;</span>regime hídrico<span>&nbsp;</span>e<span>&nbsp;</span>solo.</p> <p>O principal critério utilizado na seleção de cultivares para consumo humano é a existência de baixo teor de<span>&nbsp;</span>ácido cianídrico<span>&nbsp;</span>nas raízes. Características como tempo de cozimento das raízes, palatabilidade e ausência de fibras na massa cozida e resistência à deterioração após a colheita também devem ser consideradas.</p> <p>As cultivares recomendadas para a alimentação animal devem apresentar alto rendimento de raízes e da parte aérea, boa retenção foliar, alto teor de<span>&nbsp;</span>proteína<span>&nbsp;</span>nas folhas e teor mínimo de ácido cianídrico, tanto nas folhas como nas raízes.</p> <h2><span id="Composi.C3.A7.C3.A3o_nutricional"></span><span class="mw-headline">Composição nutricional</span></h2> <p>A mandioca é rica em fibras, isenta de glúten e possui 3 vezes mais calorias que a batata.Possui dois tipos de carboidrato, a amilopectina e a amilose.</p> <p>Valor nutricional por 100 g de mandioca<sup id="cite_ref-15" class="reference"><span>[</span>15<span>]</span></sup></p> <ul> <li>Calorias (Kcal)……………………160</li> <li>Proteínas (g)……………………..1,36</li> <li>Lipídeos (g)……………………….0,28</li> <li>Carboidratos (g)……………….38,06</li> <li>Fibras (g)……………………………1,8</li> <li>Cálcio (mg)………………………….19</li> <li>Vitamina C (mg)…………………20,6</li> </ul> <h2><span class="mw-headline" id="Toxicidade">Toxicidade</span></h2> <p>A mandioca difere das outras plantas produtoras de<span>&nbsp;</span>amido<span>&nbsp;</span>por seu teor de<span>&nbsp;</span><b>linamarina</b><span>&nbsp;</span>(beta-glicosídeo<span>&nbsp;</span>de<span>&nbsp;</span>acetona<span>&nbsp;</span>cianidrina), que pode gerar<span>&nbsp;</span>cianeto<span>&nbsp;</span>livre (ânion<span>&nbsp;</span>CN<sup>−</sup>), o qual, em água, forma<span>&nbsp;</span>ácido cianídrico, cianeto de hidrogênio ou cianureto de hidrogênio, (HCN)<sup id="cite_ref-ABQ-RN-mandioca_16-0" class="reference"><span>[</span>16<span>]</span></sup>, composto extremamente<span>&nbsp;</span>volátil<span>&nbsp;</span>mas capaz de provocar intoxicações em um animal e até sua morte, em algumas situações<sup id="cite_ref-Embrapa500_13-1" class="reference"><span>[</span>13<span>]</span></sup>.</p> <p>Em relação à quantidade de HCN/Kg na raiz fresca sem casca, as cultivares são classificadas em:</p> <ul> <li>mansas - aipim ou macaxeira (&lt;50&nbsp;mg), não têm sabor amargo, usadas para consumo humano, cozidas, fritas ou assadas, processamentos suficientes para torná-las seguras;</li> <li>moderadamente venenosas (entre 50 a 100&nbsp;mg);</li> <li>bravas ou venenosas (&gt; 100&nbsp;mg), têm sabor amargo, usadas somente para fins industriais, só podendo ser consumidas após processadas, na forma de farinha, fécula e outros produtos.</li> </ul> <p>A dose letal de ingestão de HCN oscila entre 50 a 60&nbsp;mg/Kg de peso-vivo<sup id="cite_ref-ABQ-RN-mandioca_16-1" class="reference"><span>[</span>16<span>]</span></sup>.</p> <p>A forma mais utilizada para reduzir o teor de HCN é pelo<span>&nbsp;</span>processamento tradicional: moagem, retirada da manipuera (ou manipueira, líquido liberado), que pode ser usada para a produção de goma e<span>&nbsp;</span>tucupi, e<span>&nbsp;</span>torrefação. Outros métodos:</p> <ul> <li>fervura (perde de 25% a 75%);</li> <li>secagem ao sol (perde de 40% a 50%);</li> <li>esmagamento e secagem ao sol (perde de 95% a 98%).</li> </ul> <h2><span id="Produ.C3.A7.C3.A3o_agr.C3.ADcola"></span><span class="mw-headline">Produção agrícola</span></h2> <div class="thumb tleft"> <div class="thumbinner"><img alt="" src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/1/1d/NP_Cassava_Starch_Processing_%285867152719%29.jpg/250px-NP_Cassava_Starch_Processing_%285867152719%29.jpg" width="250" height="166" class="thumbimage"> <div class="thumbcaption"> <div class="magnify"></div> Processamento de mandioca em<span>&nbsp;</span>Hanói, no<span>&nbsp;</span>Vietnã</div> </div> </div> <p>Segundo a<span>&nbsp;</span>FAO, a mandioca é plantada em mais de 100 países, sendo os maiores produtores<sup id="cite_ref-FAO_17-0" class="reference"><span>[</span>17<span>]</span></sup><span>&nbsp;</span>a<span>&nbsp;</span>Nigéria, a<span>&nbsp;</span>Tailândia, o<span>&nbsp;</span>Brasil, a<span>&nbsp;</span>Indonésia,<span>&nbsp;</span>Angola,<span>&nbsp;</span>Gana<span>&nbsp;</span>e a<span>&nbsp;</span>República Democrática do Congo, respectivamente.<sup id="cite_ref-18" class="reference"><span>[</span>18<span>]</span></sup><span>&nbsp;</span>Segundo a<span>&nbsp;</span>FAO,<sup id="cite_ref-FAO_17-1" class="reference"><span>[</span>17<span>]</span></sup><span>&nbsp;</span>em 2008, foram produzidas aproximadamente 25,9 milhões de<span>&nbsp;</span>toneladas, no Brasil; 8,9 milhões, em<span>&nbsp;</span>Angola; 5 milhões, em<span>&nbsp;</span>Moçambique; 50 mil, em<span>&nbsp;</span>Timor-Leste; 48 mil, em<span>&nbsp;</span>Guiné-Bissau<span>&nbsp;</span>e 6,3 mil toneladas, em<span>&nbsp;</span>São Tomé e Príncipe.</p> <p>Em 2016, a Nigéria liderava a produção de mandioca em raiz com 20%, seguida pela Tailândia (11%), Indonésia (9%) e Brasil (8%).<sup id="cite_ref-19" class="reference"><span>[</span>19<span>]</span></sup></p> <p>Em 2010, o rendimento médio foi de 12,5 toneladas por hectare de cultura da mandioca em todo o mundo. As fazendas de mandioca mais produtivas em todo o mundo estavam na<span>&nbsp;</span>Índia, com uma produtividade média nacional de 34,8 toneladas por hectare em 2010.<sup id="cite_ref-20" class="reference"><span>[</span>20<span>]</span></sup></p> <p>Os maiores produtores no Brasil são: Pará, Paraná, Bahia e Maranhão.<sup id="cite_ref-21" class="reference"><span>[</span>21<span>]</span></sup></p> <p>A mandioca desempenha um papel vital na segurança alimentar das economias rurais dos países da<span>&nbsp;</span>África subsariana<span>&nbsp;</span>devido à sua resistência à seca, baixa fertilidade do solo e<span>&nbsp;</span>pragas.<sup id="cite_ref-N.T.A.B._22-0" class="reference"><span>[</span>22<span>]</span></sup></p> <div></div> <h2><span id="Utiliza.C3.A7.C3.A3o"></span><span class="mw-headline">Utilização</span></h2> <h3><span id="Culin.C3.A1ria_do_Brasil"></span><span class="mw-headline">Culinária do Brasil</span></h3> <div class="thumb tright"> <div class="thumbinner"><img alt="" src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/f/f4/Friedmanioc.jpg/250px-Friedmanioc.jpg" width="250" height="188" class="thumbimage"> <div class="thumbcaption"> <div class="magnify"></div> Mandioca frita na<span>&nbsp;</span>Guiana</div> </div> </div> <div class="thumb tright"> <div class="thumbinner"><img alt="" src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a0/Belizean_Cassava_Pone.jpg/250px-Belizean_Cassava_Pone.jpg" width="250" height="188" class="thumbimage"> <div class="thumbcaption"> <div class="magnify"></div> Pudim<span>&nbsp;</span>de mandioca em<span>&nbsp;</span>Belize</div> </div> </div> <div class="thumb tright"> <div class="thumbinner"><img alt="" src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/d3/Broa_brasileira%2C_um_p%C3%A3o_da_culin%C3%A1ria_brasileira..JPG/220px-Broa_brasileira%2C_um_p%C3%A3o_da_culin%C3%A1ria_brasileira..JPG" width="220" height="150" class="thumbimage"> <div class="thumbcaption"> <div class="magnify"></div> Broa de polvilho</div> </div> </div> <p>Como encontra-se na clássica obra<span>&nbsp;</span><i>Casa-Grande &amp; Senzala</i>, ao chegarem ao Brasil, os primeiros europeus se espantaram com a fartura da farinha de mandioca, muito mais abundante e fácil de ser obtida que a farinha de trigo europeia. No<span>&nbsp;</span>Brasil Colônia, foi um dos principais alimentos utilizados pelos colonos.<sup id="cite_ref-23" class="reference"><span>[</span>23<span>]</span></sup><span>&nbsp;</span>Em forma de farinha, integrava vários pratos, como bolo,<span>&nbsp;</span>beiju, sopa,<span>&nbsp;</span>angu<span>&nbsp;</span>e, às vezes, misturada apenas com água ou com feijão e carne, quando havia.<sup class="reference"><span>[</span>24<span>]</span></sup><span>&nbsp;</span>O amido da mandioca também pode ser processado em forma de bolinhas para formar o<span>&nbsp;</span>sagu<sup id="cite_ref-25" class="reference"><span>[</span>25<span>]</span></sup>.</p> <p>Os tipos de farinhas comuns na região Norte do Brasil:<sup id="cite_ref-Trevisani_26-0" class="reference"><span>[</span>26<span>]</span></sup></p> <ul> <li>Farinha-d'água</li> <li>Farinha de<span>&nbsp;</span>tapioca</li> <li>Farinha do uarini</li> <li>Farinha suruí</li> </ul> <h3><span id="Culin.C3.A1ria_da_Col.C3.B4mbia"></span><span class="mw-headline">Culinária da Colômbia</span></h3> <p>A<span>&nbsp;</span><i>carimañola</i><span>&nbsp;</span>é um prato típico colombiano e consiste em um tipo de bolinho de mandioca em forma de torta. Mandioca Breda foi preparado por membros do povo de Saliva na província de<span>&nbsp;</span>Casanare, Colômbia, no início de 1856.<sup id="cite_ref-27" class="reference"><span>[</span>27<span>]</span></sup></p> <h3><span id="Culin.C3.A1ria_das_Filipinas"></span><span class="mw-headline">Culinária das Filipinas</span></h3> <p>Nas<span>&nbsp;</span>Filipinas, o bolo de mandioca ou<span>&nbsp;</span><i>Kakanin</i><span>&nbsp;</span>é uma das sobremesas caseiras mais populares e apreciadas. É feito a partir de mandioca ralada (<i>Kamoteng Kahoy</i>), misturado com leite de coco, ovos e manteiga e coberto com uma mistura de leite cremoso. É também chamado de<span>&nbsp;</span><i>cassava bibingka</i>.</p> <h3><span class="mw-headline" id="Uso_pelos_nativos_americanos">Uso pelos nativos americanos</span></h3> <table class="cquote"> <tbody> <tr> <td>“</td> <td>Para sustento destes meninos, a farinha de pau era trazida do interior, da distância de 30 milhas. Como era muito trabalhoso e difícil por causa da aspereza do caminho, ao nosso Padre (Padre<span>&nbsp;</span>Manuel da Nóbrega) pareceu melhor no Senhor mudarmo-nos para esta povoação de índios, que se chama Piratininga.(...) Por isso, alguns dos irmãos mandados para esta aldeia no ano do Senhor de 1554, chegamos a ela a 25 de janeiro e celebramos a primeira missa numa casa pobrezinha e muito pequena no dia da conversão de São Paulo, e por isso dedicamos ao mesmo nome esta Casa.</td> <td>”</td> </tr> </tbody> </table> <div class="thumb tright"> <div class="thumbinner"><br><br><img alt="" src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/4/44/Mandioca_-_Muito_utilizada_como_alimento_pelos_nativos_do_Brasil_at%C3%A9_o_M%C3%A9xico.pdf/page1-220px-Mandioca_-_Muito_utilizada_como_alimento_pelos_nativos_do_Brasil_at%C3%A9_o_M%C3%A9xico.pdf.jpg" width="220" height="156" class="thumbimage"> <div class="thumbcaption"> <div class="magnify"></div> Mandioca - Muito utilizada como alimento pelos nativos do Brasil até o México</div> </div> </div> <p>A mandioca tinha uma enorme importância para a alimentação dos índios e dos primeiros colonizadores do Brasil e, como se vê acima no trecho de carta do Padre<span>&nbsp;</span>José de Anchieta<span>&nbsp;</span>de 1554, foi o motivo para a fundação da cidade de São Paulo.<sup id="cite_ref-msc_30-0" class="reference"><span>[</span>30<span>]</span></sup></p> <p>Os<span>&nbsp;</span>cintas-largas<span>&nbsp;</span>do<span>&nbsp;</span>Mato Grosso<span>&nbsp;</span>e<span>&nbsp;</span>Rondônia<span>&nbsp;</span>obtinham a<span>&nbsp;</span>raiz<span>&nbsp;</span>de maneira peculiar: ao invés de arrancar o pé inteiro, como quase todos os outros índios faziam, suas mulheres cavavam o solo e removiam apenas as raízes grandes, deixando as menores se desenvolverem.</p> <p>Os<span>&nbsp;</span>tupinambás<span>&nbsp;</span>da<span>&nbsp;</span>Bahia<span>&nbsp;</span>faziam a<span>&nbsp;</span><i>giroba</i>, um tipo de<span>&nbsp;</span>cauim, que também servia como alimento. A mandioca era descascada, cortada em pedaços, cozida, socada em<span>&nbsp;</span>pilão, cozida novamente com mais água e colocada em vasilhame para fermentar. A massa cozida não era mastigada como na maioria dos cauins, sendo amassada no<span>&nbsp;</span>pilão<span>&nbsp;</span>e mesmo assim ocorria o processo de<span>&nbsp;</span>fermentação. As mães alimentavam crianças pequenas com a<span>&nbsp;</span><i>giroba</i>, que, segundo a crença, permitia-lhes que se desenvolvessem em adultos fortes e saudáveis.</p> <p>Nos estados do<span>&nbsp;</span>Maranhão,<span>&nbsp;</span>Piauí<span>&nbsp;</span><sup id="cite_ref-33" class="reference"><span>[</span>33<span>]</span></sup><span>&nbsp;</span>e<span>&nbsp;</span>Ceará, é produzida a<span>&nbsp;</span>tiquira, bebida resultante da<span>&nbsp;</span>destilação<span>&nbsp;</span>da mandioca.</p> <p>Os<span>&nbsp;</span>araras<span>&nbsp;</span>do<span>&nbsp;</span>Pará, que eram<span>&nbsp;</span>nômades<span>&nbsp;</span>não cultivavam mandioca<sup id="cite_ref-34" class="reference"><span>[</span>34<span>]</span></sup>. Os<span>&nbsp;</span>omáguas<span>&nbsp;</span>do Alto<span>&nbsp;</span>Amazonas<span>&nbsp;</span>colhiam a mandioca e a enterravam deixando apodrecer parcialmente e assim a consumiam. Os<span>&nbsp;</span>camaiurás<span>&nbsp;</span>do<span>&nbsp;</span>Mato Grosso, para virar<span>&nbsp;</span>beiju, talhavam na<span>&nbsp;</span>madeira<span>&nbsp;</span>a<span>&nbsp;</span>pá, que apresentava a extremidade semi circular<sup id="cite_ref-msc_30-1" class="reference"><span>[</span>30<span>]</span></sup>.</p> <p>Os<span>&nbsp;</span>caiabis<span>&nbsp;</span>do<span>&nbsp;</span>Mato Grosso<span>&nbsp;</span>assavam a mandioca com<span>&nbsp;</span>casca<span>&nbsp;</span>na brasa, descartavam a<span>&nbsp;</span>casca<span>&nbsp;</span>e deixavam-na de<span>&nbsp;</span>molho<span>&nbsp;</span>na água. No outro dia, a mandioca era amassada e comida fria.<sup id="cite_ref-ribeiro_35-0" class="reference"><span>[</span>35<span>]</span></sup><span>&nbsp;</span>Algumas tribos não conheciam o<span>&nbsp;</span>tipiti, como os<span>&nbsp;</span>paracanãs, do Pará. Faziam a farinha cortando a mandioca, cozendo-a e espremendo-a em uma esteira para remover a parte líquida. As bolas de mandioca eram secas em um jirau, desfeitas, peneiradas e torradas<sup id="cite_ref-36" class="reference"><span>[</span>36<span>]</span></sup></p> <p>Da mandioca, os ameríndios obtinham uma grande variedade de derivados:</p> <p><i>Arumbé</i>: massa de mandioca com<span>&nbsp;</span>pimenta</p> <p>Beiju: o<span>&nbsp;</span>pão<span>&nbsp;</span>de mandioca é feito em farelos e aspergido com água, resultando em uma<span>&nbsp;</span>massa<span>&nbsp;</span>grudenta que é espalhada sobre uma chapa quente, sendo continuamente virada de um lado e do outro<sup class="reference"><span>[</span>38<span>]</span></sup>.</p> <p>Os caiabis do<span>&nbsp;</span>Mato Grosso<span>&nbsp;</span>faziam o<span>&nbsp;</span>beiju<span>&nbsp;</span>deixando a mandioca brava de molho por uns dias. Depois ela era descascada e bem seca ao sol. Ela era socada no<span>&nbsp;</span>pilão, umedecida e assada de um só lado. Os<span>&nbsp;</span>Txukahamãe<span>&nbsp;</span>ou Megaron da mesma região envolviam a massa de mandioca em forma de quadrado em<span>&nbsp;</span>folha<span>&nbsp;</span>de<span>&nbsp;</span>bananeira<span>&nbsp;</span>e a colocavam entre<span>&nbsp;</span>pedras<span>&nbsp;</span>aquecidas, cobriam-na com mais<span>&nbsp;</span>folhas<span>&nbsp;</span>e<span>&nbsp;</span>terra<span>&nbsp;</span>e a deixavam assar por horas. Os<span>&nbsp;</span>xirianás<span>&nbsp;</span>de<span>&nbsp;</span>Roraima<span>&nbsp;</span>assavam não só o<span>&nbsp;</span>beiju<span>&nbsp;</span>nos largos discos de<span>&nbsp;</span>argila, como também carnes de caça.<sup id="cite_ref-perei_39-0" class="reference"><span>[</span>39<span>]</span></sup></p> <p>Um modo diferente de preparar o<span>&nbsp;</span>beiju<span>&nbsp;</span>era praticado pelos<span>&nbsp;</span>Haló’ T´é Sú<span>&nbsp;</span>do<span>&nbsp;</span>Mato Grosso. Removiam as<span>&nbsp;</span>cinzas<span>&nbsp;</span>e<span>&nbsp;</span>brasas<span>&nbsp;</span>do<span>&nbsp;</span>fogo<span>&nbsp;</span>e no local colocavam a<span>&nbsp;</span>farinha, que era comprimida até formar os<span>&nbsp;</span>beijus. As<span>&nbsp;</span>cinzas<span>&nbsp;</span>e<span>&nbsp;</span>brasas<span>&nbsp;</span>eram sobre eles colocadas, que ficavam assados em quinze minutos. As<span>&nbsp;</span>brasas<span>&nbsp;</span>eram removidas com uma<span>&nbsp;</span>vareta<span>&nbsp;</span>e os<span>&nbsp;</span>beijus<span>&nbsp;</span>batidos para a remoção das<span>&nbsp;</span>cinzas.<sup id="cite_ref-40" class="reference"><span>[</span>40<span>]</span></sup></p> <p>Os nativos das<span>&nbsp;</span>Américas<span>&nbsp;</span>preparavam vários tipos de<span>&nbsp;</span>beijus<span>&nbsp;</span>e outros pratos derivados da mandioca:</p> <p>Aaru - beiju de massa de mandioca com tatu moqueado e moído.<sup id="cite_ref-bastos_41-0" class="reference"><span>[</span>41<span>]</span></sup></p> <p>Beiju-açu - beiju de massa de mandioca peneirada e torrada.<sup id="cite_ref-pereira_42-0" class="reference"><span>[</span>42<span>]</span></sup></p> <p>Beiju-cambraia - feito com massa de tapioca, alvo, tenro e quase transparente.<sup id="cite_ref-perei_39-1" class="reference"><span>[</span>39<span>]</span></sup><sup id="cite_ref-pereira_42-1" class="reference"><span>[</span>42<span>]</span></sup></p> <p>Beiju-carimã - beiju utilizado para se fazer caxiri na festa da<span>&nbsp;</span>puberdade<span>&nbsp;</span>das moças.<sup id="cite_ref-perei_39-2" class="reference"><span>[</span>39<span>]</span></sup><sup id="cite_ref-pereira_42-2" class="reference"><span>[</span>42<span>]</span></sup></p> <p>Beiju-cica - de massa de mandioca fresca, cortado e torrado, com aparência de um folhado<sup id="cite_ref-perei_39-3" class="reference"><span>[</span>39<span>]</span></sup><sup id="cite_ref-pereira_42-3" class="reference"><span>[</span>42<span>]</span></sup>.</p> <p>Beiju-curua - de massa de mandioca, sal e castanha ralada, envolto em folha de bananeira e assado<sup id="cite_ref-perei_39-4" class="reference"><span>[</span>39<span>]</span></sup><sup id="cite_ref-pereira_42-4" class="reference"><span>[</span>42<span>]</span></sup>.</p> <p>Beiju-curuba - semelhante ao beiju curucaua, mas a castanha de caju ou a castanha-do-pará são adicionadas em pedaços e não raladas<sup id="cite_ref-perei_39-5" class="reference"><span>[</span>39<span>]</span></sup><sup id="cite_ref-pereira_42-5" class="reference"><span>[</span>42<span>]</span></sup>.</p> <p>Beiju-curucaua - grande e chato, feito de tapioca granulada com castanha de caju ou castanha-do-pará ralada<sup id="cite_ref-perei_39-6" class="reference"><span>[</span>39<span>]</span></sup><sup id="cite_ref-pereira_42-6" class="reference"><span>[</span>42<span>]</span></sup>.</p> <p>Beiju-enrodilhado - beiju normal, mas que é enrolado ao invés de dobrado em dois<sup id="cite_ref-perei_39-7" class="reference"><span>[</span>39<span>]</span></sup><sup id="cite_ref-pereira_42-7" class="reference"><span>[</span>42<span>]</span></sup></p> <p>Beiju-mambeca - um tipo de beiju mole, que não era torrado, apenas aquecido para a massa aglutinar<sup id="cite_ref-perei_39-8" class="reference"><span>[</span>39<span>]</span></sup><sup id="cite_ref-pereira_42-8" class="reference"><span>[</span>42<span>]</span></sup></p> <p>Beiju-marapatá - envolto em folhas de bananeira e assado sobre cinzas<sup id="cite_ref-perei_39-9" class="reference"><span>[</span>39<span>]</span></sup><sup id="cite_ref-pereira_42-9" class="reference"><span>[</span>42<span>]</span></sup>.</p> <p>Beiju-peteca - pequeno beiju comprido de massa de mandioca puba, castanha e gordura<sup id="cite_ref-perei_39-10" class="reference"><span>[</span>39<span>]</span></sup><sup id="cite_ref-pereira_42-10" class="reference"><span>[</span>42<span>]</span></sup>.</p> <p>Beiju-pixuna - usado em viagens, é grande e escuro.<sup id="cite_ref-perei_39-11" class="reference"><span>[</span>39<span>]</span></sup><sup id="cite_ref-pereira_42-11" class="reference"><span>[</span>42<span>]</span></sup></p> <div class="thumb tright"> <div class="thumbinner"><img alt="" src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/01/Nativa_do_Novo_Mundo_fazendo_beiju.pdf/page1-220px-Nativa_do_Novo_Mundo_fazendo_beiju.pdf.jpg" width="220" height="156" class="thumbimage"> <div class="thumbcaption"> <div class="magnify"></div> Nativa do Novo Mundo fazendo beiju</div> </div> </div> <p>Beiju-poqueca - assado envolto em folha de<span>&nbsp;</span>bananeira, contendo apenas massa de mandioca e sal<sup id="cite_ref-perei_39-12" class="reference"><span>[</span>39<span>]</span></sup><sup id="cite_ref-pereira_42-12" class="reference"><span>[</span>42<span>]</span></sup></p> <p>Beiju-teica - de polvilho fresco de mandioca com farinha d’água<sup id="cite_ref-perei_39-13" class="reference"><span>[</span>39<span>]</span></sup><sup id="cite_ref-pereira_42-13" class="reference"><span>[</span>42<span>]</span></sup></p> <p>Beiju-ticã - de massa de mandioca puba seca e socada<sup id="cite_ref-perei_39-14" class="reference"><span>[</span>39<span>]</span></sup><sup id="cite_ref-pereira_42-14" class="reference"><span>[</span>42<span>]</span></sup></p> <p>Beiju-tinin - seco ao sol até endurecer.<sup id="cite_ref-perei_39-15" class="reference"><span>[</span>39<span>]</span></sup><sup id="cite_ref-pereira_42-15" class="reference"><span>[</span>42<span>]</span></sup></p> <p>Beiju-tininga - muito durável e feito de polvilho de mandioca puba, que é pilada depois de torrada<sup id="cite_ref-perei_39-16" class="reference"><span>[</span>39<span>]</span></sup><sup id="cite_ref-pereira_42-16" class="reference"><span>[</span>42<span>]</span></sup>.</p> <p>Beiju-tipioca - de polvilho peneirado e torrado; outro tipo de beiju sem nome específico era feito com massa de mandioca com carne de caça previamente torrada e pilada<sup id="cite_ref-perei_39-17" class="reference"><span>[</span>39<span>]</span></sup><sup id="cite_ref-pereira_42-17" class="reference"><span>[</span>42<span>]</span></sup>.</p> <p>Beijusicica - mingau de polvilho feito pelos Crichaná de Roraima<sup id="cite_ref-rodrigues_43-0" class="reference"><span>[</span>43<span>]</span></sup></p> <p>Caxiri - a massa de mandioca é cozida com bastante água e a fermentação é causada pela adição de sobras de beiju velho ou pela mastigação da massa<sup id="cite_ref-44" class="reference"><span>[</span>44<span>]</span></sup>.</p> <p>Cauim de amendoim - Um tipo de mingau feito com farinha de mandioca, amendoim torrado e moído e, às vezes, farinha de milho<sup id="cite_ref-ribeiro_35-1" class="reference"><span>[</span>35<span>]</span></sup>.</p> <p>Chibé - bebida não alcoólica feita pela mistura de farinha de mandioca com água<sup id="cite_ref-silva_37-1" class="reference"><span>[</span>37<span>]</span></sup><sup class="reference"><span>[</span>38<span>]</span></sup></p> <p>Curada – semelhante ao beiju, porém mais rico em polvilho e mais espesso.<sup id="cite_ref-msc_30-2" class="reference"><span>[</span>30<span>]</span></sup></p> <div class="thumb tright"> <div class="thumbinner"><img alt="" src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/d4/Colheita_de_mandioca.jpg/250px-Colheita_de_mandioca.jpg" width="250" height="191" class="thumbimage"> <div class="thumbcaption"> <div class="magnify"></div> Colheita de mandioca, mostrando raízes e maniva.</div> </div> </div> <p>Farinha de mandioca<span>&nbsp;</span>- misturava-se a<span>&nbsp;</span>massa<span>&nbsp;</span>ralada da mandioca fresca com a da puba. Mandioca puba é a deixada por alguns dias de molho na água. A massa era espremida com a mão e depois com o auxílio do<span>&nbsp;</span>tipiti, para liberar a maior parte do seu líquido, que era aproveitado para se fazer o<span>&nbsp;</span>tucupi. A massa era torrada em recipiente circular de borda rasa e feita de<span>&nbsp;</span>barro<sup class="reference"><span>[</span>38<span>]</span></sup><sup id="cite_ref-perei_39-18" class="reference"><span>[</span>39<span>]</span></sup>. Algumas tribos faziam a<span>&nbsp;</span>farinha<span>&nbsp;</span>apenas com a mandioca fresca<sup class="reference"><span>[</span>45<span>]</span></sup><span>&nbsp;</span>Produziam mais dois tipos de<span>&nbsp;</span>farinha, a de guerra que continha apenas mandioca fresca e era muito cozida e a farinha mole feita de mandioca puba<sup class="reference"><span>[</span>45<span>]</span></sup>. A primeira era também chamada de<span>&nbsp;</span>farinha seca<span>&nbsp;</span>e a segunda farinha d’água<sup id="cite_ref-daniel_46-0" class="reference"><span>[</span>46<span>]</span></sup>. Tanto missionários como militares necessitados de farinha induziram os indígenas a produzir para eles, de certa forma obrigando-os a fazer cada vez roças maiores de mandioca<sup id="cite_ref-msc_30-3" class="reference"><span>[</span>30<span>]</span></sup></p> <p>Idizinho -<span>&nbsp;</span>mingau<span>&nbsp;</span>de mandioca dos<span>&nbsp;</span>Kalapalo<span>&nbsp;</span>do<span>&nbsp;</span>Mato Grosso<sup id="cite_ref-bastos_41-1" class="reference"><span>[</span>41<span>]</span></sup></p> <p>Kanapé - Os caiabis do<span>&nbsp;</span>Mato Grosso<span>&nbsp;</span>faziam um tipo de<span>&nbsp;</span>pão<span>&nbsp;</span>redondo recheado de<span>&nbsp;</span>amendoim, por eles chamado de kanapé. Para fazê-lo, socava-se mandioca ralada no<span>&nbsp;</span>pilão, passava-a pela<span>&nbsp;</span>peneira<span>&nbsp;</span>e a cozinhava com<span>&nbsp;</span>amendoim<span>&nbsp;</span>torrado inteiro e um pouco de mandioca doce. Quando atingia o ponto certo, a<span>&nbsp;</span>massa<span>&nbsp;</span>era deixada para esfriar e com ela eram feitos pães redondos que eram assados no moqueador. Na hora de comê-los, os pães eram esquentados no borralho, ficando torrados.<sup id="cite_ref-ribeiro_35-2" class="reference"><span>[</span>35<span>]</span></sup></p> <p>Ki-pú – líquido preparado com folhas de mandioca que eram deixadas para envelhecer por três ou quatro dias, sendo depois fervidas.<sup id="cite_ref-msc_30-4" class="reference"><span>[</span>30<span>]</span></sup></p> <p>Mandioca assada - os índios também assavam a mandioca mansa inteira para comer.<sup class="reference"><span>[</span>45<span>]</span></sup></p> <p>Maniaca – caldo venenoso que sai da mandioca espremida. Depois de fervido, vira o tucupi.<sup id="cite_ref-bastos_41-2" class="reference"><span>[</span>41<span>]</span></sup>.</p> <p>Manicuera ou manipuera - era o líquido obtido quando se espremia a mandioca ralada e deixado em repouso por alguns dias ou esquentado para eliminar substâncias tóxicas. Era muito apreciado puro ou no caxiri. Com a adição de<span>&nbsp;</span>cará,<span>&nbsp;</span>batata-doce<span>&nbsp;</span>ou frutas, fazia-se uma sopa rala.<sup id="cite_ref-silva_37-2" class="reference"><span>[</span>37<span>]</span></sup></p> <p>Mingau - os caiabis do<span>&nbsp;</span>Mato Grosso<span>&nbsp;</span>preparavam o<span>&nbsp;</span>mingau<span>&nbsp;</span>cortando a mandioca-doce em dois ou três pedaços sem descascar, ralando-a, espremendo-a e cozendo o<span>&nbsp;</span>sumo<span>&nbsp;</span>por um longo período. Depois<span>&nbsp;</span>polvilho<span>&nbsp;</span>era acrescentado para engrossar. Outra maneira de o fazerem era ralando a mandioca doce e cozinhando-a em seu próprio líquido, onde era acrescentada<span>&nbsp;</span>farinha de milho<span>&nbsp;</span>ou de mandioca, além de<span>&nbsp;</span>batata-doce<span>&nbsp;</span>e<span>&nbsp;</span>carácozidos e amassados.<sup id="cite_ref-ribeiro_35-3" class="reference"><span>[</span>35<span>]</span></sup></p> <p>Mingau de tapioca - a<span>&nbsp;</span>tapioca<span>&nbsp;</span>era cozida em água até formar uma substância gomosa, onde era acrescentado<span>&nbsp;</span>sal,<span>&nbsp;</span>açúcar<span>&nbsp;</span>ou<span>&nbsp;</span>suco<span>&nbsp;</span>de frutas. Os<span>&nbsp;</span>tucanos<span>&nbsp;</span>da<span>&nbsp;</span>Amazônia<span>&nbsp;</span>ingeriam este mingau pela manhã.<sup id="cite_ref-silva_37-3" class="reference"><span>[</span>37<span>]</span></sup></p> <p>Pão de mandioca - os<span>&nbsp;</span>crixanás<span>&nbsp;</span>de<span>&nbsp;</span>Roraima<span>&nbsp;</span>faziam um<span>&nbsp;</span>pão<span>&nbsp;</span>de mandioca que era assado no moqueador e depois comido dissolvido na água.<sup id="cite_ref-rodrigues_43-1" class="reference"><span>[</span>43<span>]</span></sup></p> <p>Pão de guerra - feito por índios de<span>&nbsp;</span>Itacoatiara, no<span>&nbsp;</span>Amazonas, o pão de guerra, cuja<span>&nbsp;</span>matéria-prima<span>&nbsp;</span>era a<span>&nbsp;</span>farinha<span>&nbsp;</span>de mandioca, apresentava a superfície esverdeada devido aos<span>&nbsp;</span>fungos<span>&nbsp;</span>e<span>&nbsp;</span>algas<span>&nbsp;</span>que nela se desenvolviam quando era armazenado<sup id="cite_ref-perei_39-19" class="reference"><span>[</span>39<span>]</span></sup>.</p> <p>Paparuto -<span>&nbsp;</span>bolo<span>&nbsp;</span>salgado feito de<span>&nbsp;</span>macaxeira<span>&nbsp;</span>(mandioca-doce) e carne de caça dos<span>&nbsp;</span>Timbira<span>&nbsp;</span>do<span>&nbsp;</span>Maranhão,<span>&nbsp;</span>Pará<span>&nbsp;</span>e<span>&nbsp;</span>Tocantins. Sobre o centro de<span>&nbsp;</span>folhas<span>&nbsp;</span>de<span>&nbsp;</span>bananeira<span>&nbsp;</span>brava dispostas em cruz espalha-se a<span>&nbsp;</span>macaxeira<span>&nbsp;</span>ralada. Sobre esta, pedaços de carne de caça com cerca de duzentas gramas são colocados e cobertos com<span>&nbsp;</span>macaxeira<span>&nbsp;</span>ralada. Os braços da cruz são dobrados sobre a<span>&nbsp;</span>massa, formando um quadrado de um metro de lado e alguns centímetros de espessura, que é amarrado com embira.<span>&nbsp;</span>Pedregulhos<span>&nbsp;</span>bem quentes, por terem ficado sobre a<span>&nbsp;</span>lenha<span>&nbsp;</span>de uma<span>&nbsp;</span>fogueira, são espalhados pelo<span>&nbsp;</span>chão<span>&nbsp;</span>e o<span>&nbsp;</span>pacote<span>&nbsp;</span>com a<span>&nbsp;</span>massa<span>&nbsp;</span>é colocado sobre eles. O<span>&nbsp;</span>pacote<span>&nbsp;</span>recebe outros<span>&nbsp;</span>pedregulhos<span>&nbsp;</span>quentes por cima e tudo é recoberto com<span>&nbsp;</span>folhas<span>&nbsp;</span>de<span>&nbsp;</span>bananeira<span>&nbsp;</span>brava e acima delas são depositadas<span>&nbsp;</span>folhas<span>&nbsp;</span>de<span>&nbsp;</span>palmeira. Por fim, tudo é recoberto com terra, assim permanecendo toda a noite. O paparuto pode ser feito com outro tipo de carne ou com peixe e a massa pode ser de<span>&nbsp;</span>milho<span>&nbsp;</span>ou<span>&nbsp;</span>favas<sup id="cite_ref-47" class="reference"><span>[</span>47<span>]</span></sup>.</p> <p>Pisaregue – pão de mandioca dos<span>&nbsp;</span>calapalos<span>&nbsp;</span>do<span>&nbsp;</span>Mato Grosso<sup id="cite_ref-bastos_41-3" class="reference"><span>[</span>41<span>]</span></sup>.</p> <p>Polvilho - o líquido que escorre da<span>&nbsp;</span>massa<span>&nbsp;</span>da mandioca é deixado decantar, formando um<span>&nbsp;</span>pó<span>&nbsp;</span>fino no fundo do recipiente<sup class="reference"><span>[</span>38<span>]</span></sup>. Quando o<span>&nbsp;</span>pó<span>&nbsp;</span>era cozido, tornava-se um alimento semelhante ao beiju.<sup class="reference"><span>[</span>38<span>]</span></sup></p> <p>Tapioca - o<span>&nbsp;</span>polvilho<span>&nbsp;</span>é lavado, decantado várias vezes, em seguida é secado e passado em chapa quente, quando forma<span>&nbsp;</span>grânulo.<sup id="cite_ref-ribeiro_35-4" class="reference"><span>[</span>35<span>]</span></sup><sup class="reference"><span>[</span>38<span>]</span></sup></p> <p>Tucupi - líquido que escorria da<span>&nbsp;</span>massa<span>&nbsp;</span>prensada da mandioca puba, que depois era fervido até tornar-se uma substância xaroposa e escura, sendo chamado de tucupi preto. Quando o líquido era temperado com<span>&nbsp;</span>sal,<span>&nbsp;</span>pimenta<span>&nbsp;</span>e<span>&nbsp;</span>alho<span>&nbsp;</span>e exposto ao sol, era chamado tucupi simples, e, quando fervido moderadamente, de tucupi cozido. Servia de molho para todo tipo de carne.</p> <h2><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mandioca" target="_blank" title="Fonte Wikipedia Manihot esculenta" rel="noreferrer noopener"><strong>Fonte Wikipedia Manihot esculenta</strong></a></h2> <script src="//cdn.public.n1ed.com/G3OMDFLT/widgets.js"></script>
P 445
Sementes de Mandioca, Tapioca Aipim (Manihot esculenta)

Esta planta tem frutos gigantes
Sementes de Amora-silvestre Gigante Triple Crown 1.85 - 3

Sementes de Amora-silvestre...

Preço 1,85 € (SKU: V 126)
,
5/ 5
<!DOCTYPE html> <html> <head> <meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=UTF-8" /> </head> <body> <h2><strong>Sementes de Amora-silvestre Gigante Triple Crown</strong></h2> <h2><span style="color: #ff0000;"><strong>Preço para o pacote de 10 ou 20sementes.</strong></span></h2> <p><strong>Esta variedade produz frutos extremamente grandes, pesando 10 gramas por fruta.</strong> A Amora Silvestre é uma planta robusta e versátil. Ela produz um alto rendimento de frutos brilhantes, com um toque doce de açúcar e ácidez.</p> <p>Amoras são uma escolha perfeita para comer frescas ou em misturas ou tortas.</p> <p><strong>WIKIPEDIA:</strong></p> <p>As amoras-silvestres são o fruto (pseudobaga) de arbustos (amoreira-silvestre) do género Rubus, vulgarmente designados como silvas, da família das rosáceas. As plantas crescem até 3 metros. Os frutos são usados para a composição de sobremesas, compotas, e por vezes vinho. São muitos os tipos do que é vulgarmente designado como "amora" – incluindo muitas cultivares híbridas, com mais de duas espécies ancestrais. Por vezes, aqui são usados os termos em inglês, com a terminação "berry", já que em português existe uma certa confusão na atribuição de nome a estas espécies.</p> <p>A cultivar Marionberry nasceu do cruzamento entre a amora tipo Olallieberry e o tipo Chehalem, de modo a conjugar as qualidades organolépticas dos dois tipos de fruta. A Olallieberry, por sua vez, resulta do cruzamento das amoras-framboesas com youngberry (que, por sua vez, resulta do cruzamento de amoras-pretas com amoras-silvestres).</p> <p>A amoreira-silvestre é composta por longos caules curvos, com espinhos curtos, levemente encurvados. Quando os caules tocam no chão ganham frequentemente raízes laterais, dando origem a um novo pé de silva (reprodução assexuada), tornando-se uma espécie invasora persistente, colonizando vastas áreas por longos períodos. Tolera facilmente solos pobres, sendo uma das primeiras plantas a colonizar baldios e terrenos de construção abandonados. As suas folhas são palmadas, em trifólio (o limbo está dividido em três, ainda que se encontrem também divididas em cinco). As flores brancas ou rosadas, florescem de Maio a Agosto (no hemisfério norte), dando, após a frutificação, as amoras de uma cor vermelha e, depois, negra.</p> <p>A amora silvestre é designada como pseudobaga já que é, de facto, um fruto agregado, constituído pela reunião de diversas drupas.</p> </body> </html>
V 126
Sementes de Amora-silvestre Gigante Triple Crown 1.85 - 3
Dentes de alho alemães extra resistentes 2.95 - 3

Dentes de alho alemães...

Preço 2,95 € (SKU: P 416 GEH)
,
5/ 5
<!DOCTYPE html> <html> <head> <meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=UTF-8" /> </head> <body> <h2><strong>Dentes de alho alemães extra resistentes</strong></h2> <h2><span style="color: #ff0000;"><strong>Preço para 10 dentes de alho.</strong></span></h2> <p>Alemão Extra Hardy, também é conhecido como Alemão Branco, Northern White e Alemão Stiffneck é um alho de porcelana grande, bonito e bem formado. Estes são todos o mesmo alho, mas cultivados em lugares diferentes sob diferentes nomes. Seu sabor é muito forte e robusto e permanece por muito tempo.</p> <p>O peso médio de dentes de alho 5-6 g.</p> <p>Do ponto de vista do agricultor, é uma planta alta verde escuro e é um sobrevivente muito bom, geralmente cresce saudável e parece ser um pouco resistente a muitas das doenças que podem afetar o alho. Originou-se originalmente da Alemanha, mas cresce bem em todos os países.</p> <p>Por ser uma porcelana, o alemão Extra Hardy armazena um longo período de tempo na temperatura ambiente por cerca de 9 a 10 meses ou mais.</p> </body> </html>
P 416 GEH
Dentes de alho alemães extra resistentes 2.95 - 3

Cookies are Necessary and help make a website usable by enabling basic functions like page navigation and access to secure areas of the website. The website cannot function properly without these cookies.

Cookies necessários
Os cookies necessários ajudam a tornar um website útil, permitindo funções básicas, como a navegação e o acesso à página para proteger áreas do website. O website pode não funcionar corretamente sem estes cookies.
Nome do cookie Fornecedor Objetivo Termo
seeds-gallery.shop www.seeds-gallery.shop Este cookie ajuda a manter as sessões do usuário abertas enquanto eles estão visitando um site, e os ajuda a fazer pedidos e muitas outras operações, como: data de adição do cookie, idioma selecionado, moeda usada, última categoria de produto visitada, produtos vistos pela última vez, identificação do cliente, nome, nome, senha criptografada, e-mail vinculado à conta, identificação do carrinho de compras. 480 horas
Cookies de estatística
Os cookies de estatística ajudam os proprietários de websites a entenderem como os visitantes interagem com os websites, recolhendo e divulgando informações de forma anónima.
Nome do cookie Fornecedor Objetivo Termo
collect Google Ele é usado para enviar dados ao Google Analytics sobre o dispositivo do visitante e seu comportamento. Rastreie o visitante em dispositivos e canais de marketing. Sessão
r/collect Google Ele é usado para enviar dados ao Google Analytics sobre o dispositivo do visitante e seu comportamento. Rastreie o visitante em dispositivos e canais de marketing. Sessão
_ga Google Registra um ID exclusivo que é usado para gerar dados estatísticos sobre como o visitante usa o site. 2 anos
_gat Google Usado pelo Google Analytics para controlar a taxa de solicitação 1 dia
_gd# Google Este é um cookie de sessão do Google Analytics usado para gerar dados estatísticos sobre como você usa o site, que são removidos quando você fecha o navegador. Sessão
_gid Google Registra um ID exclusivo que é usado para gerar dados estatísticos sobre como o visitante usa o site. 1 dia
Conteúdo não disponível